Consumo de Alimentos Ultraprocessados por Lactantes e Lactentes nas Cidades Brasileiras

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rm.v17i1.5520

Resumo

O crescente consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) no Brasil impacta na saúde materno-infantil. Este estudo analisou a produção científica recente sobre o consumo de AUP por lactantes e crianças menores de dois anos em diferentes regiões brasileiras. Realizou-se uma revisão integrativa (abril-maio/2025) nas bases SciELO, PubMed, Lilacs, Google Acadêmico e literatura cinzenta, selecionando nove estudos publicados entre 2015-2025. Os resultados indicam que o consumo de AUP está associado a fatores socioeconômicos, práticas alimentares inadequadas, desmame precoce e desigualdades regionais, com impactos negativos na saúde infantil e materna. Identificou-se escassez de pesquisas em determinadas localidades, destacando a necessidade de investigações locais para embasar políticas públicas de alimentação saudável. Conclui-se que o tema demanda estratégias intersetoriais para mitigar seus efeitos na primeira infância e no período de amamentação.

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Biografia do Autor

Ana Beatriz Franco Sena Siqueira, Universidade Federal Fluminense

outora em Ciências Nutricionais (2014) e Mestre em Nutrição Humana (2009) pelo Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFRJ. É professora adjunta do Departamento de Nutrição Social da Faculdade de Nutrição Emília de Jesus Ferreiro da Universidade Federal Fluminense e coordenadora do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Revisões em Alimentação e Nutrição (NEsPeRA) da mesma instituição. Atualmente está credenciada para orientar dissertações de mestrado nos Programas de Pós-Graduação em Ciências Nutricionais e em Saúde Coletiva da mesma universidade. Adicionalmente, é pesquisadora do Observatório de Epidemiologia Nutricional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência nas áreas de Nutrição Materno-Infantil, Saúde Coletiva e Epidemiologia. Mãe da Angelina e do Henrique, e esteve em licença maternidade de junho a dezembro de 2018 e de agosto de 2021 a fevereiro de 2022.

Jorge Luiz Lima da Silva, Universidade Federal Fluminense

Graduação em Enfermagem e Licenciatura -Universidade Federal Fluminense (UFF-2004). Pós-graduação em Formação Pedagógica p/ Área da Saúde (2005) e Ativação de Processos de Mudança, na Formação Superior em Saúde (Ensp/Fiocruz-2006). Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio-2007) - desenvolveu estudo epidemiológico, na área de saúde mental do trabalhador, em parceria com a Fiocruz. Doutorado em Ciências área Saúde Pública (Ensp/ Fiocruz, 2015). Tese: "Aspectos Psicossociais, Estresse e Síndrome de Burnout entre Trabalhadores de Enfermagem Intensivistas". Estágio de Pós-Doutorado, no Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente (Ensp/Fiocruz 2019). Atualmente, é professor de Saúde Coletiva, Políticas Públicas e Metodologia Científica, em cursos de graduação e pós-graduação. Lotado no Depto. Materno-Infantil e Psiquiatria - UFF. Professor colaborador do Mestrado em Saúde Coletiva-UFF. Áreas de pesquisa: saúde do trabalhador; promoção da saúde; epidemiologia e saúde mental.

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Publicado

01-07-2026

Edição

Seção

Dossiê Temático - Saúde e Educação