A influência da espiritualidade/religiosidade no enfrentamento da Covid-19 pelos profissionais de saúde

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21727/rpu.v14iEspecial.4054

Resumo

Introdução: O contexto da pandemia trouxe sobrecarga aos serviços de saúde, bem como repercussões negativas que acometeram os profissionais que estavam na linha de frente. Objetivo: investigar de que forma a espiritualidade/religiosidade influenciou os profissionais de saúde no enfrentamento da Covid-19. Método: trata-se de um estudo de abordagem quanti-qualitativa, apresentando delineamento exploratório baseado na investigação e análise de dados advindos da pesquisa em unidade hospitalar de média complexidade. A obtenção dos dados foi online, no período de julho a agosto de 2021, através do aplicativo de rede social Whatsapp. O tratamento de dados quantitativos foi realizado através do software IRAMUTEC 7.0 e programa SPSS-21.0, para análise qualitativa foi realizada com Análise Textual Discursiva (ATD). Resultado: o estudo revelou que os profissionais de saúde apresentaram sentimentos como medo, ansiedade e insegurança, em contrapartida, também evidenciaram empatia, esperança e cuidado. Os participantes se autodeclaram espiritualizados e afirmaram ter contato com a temática na sua formação profissional. A maioria dos entrevistados acredita que a espiritualidade influenciará sua perspectiva de vida após a pandemia, além de apresentarem mudança na forma de pensarem sobre si, suas relações pessoais e a finitude da vida, após o evento estressor de trabalhar na linha de frente do enfrentamento da Covid-19. Conclusão: em momentos de estresse, a espiritualidade poderá auxiliar na mudança da forma de pensar e de se comportar dos indivíduos.  

Palavras - Chaves: COVID-19; Espiritualidade; Pessoal de Saúde.

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Biografia do Autor

Chrisne Santana Biondo, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Docente assistente da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Doutoranda em Ciências da Saúde pelo PPGES-UFBA, Mestrado em Ciências da Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Jequié, Bahia, Brasil.

Amanda Sales Cafezeiro, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Mestranda em Ciências da Saúde pelo Programa de Pós Graduação em Enfermagem e Saúde da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) Jequié, Bahia, Brasil.

Cattiúscia Batista Bromochenkel, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente do Curso de Psicologia no Centro Universitário UniFTC. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Jequié, Bahia, Brasil. 

Gislene de Jesus Cruz Sanches, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB

Docente Adjunto da Faculdade de Tecnologia e Ciências – FTC e Docente e preceptora do Programa de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência de Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB. Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (UESB). Jequié, Bahia, Brasil. 

Maria Vitória Araújo Santos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Graduada em Odontologia pela Universidade Estadual da Bahia (UESB). Jequié, Bahia, Brasil

Maria Madalena Souza dos Anjos Neta, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente do Curso de Pós-Graduação em Gestão Pública Municipal da UESB (Doutorado pela Universidade de Barcelona - Espanha). do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde - PPGES da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Jequié, Bahia, Brasil.

Sérgio Donha Yarid, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Docente Titular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, Docente permanente do Programa de pós-graduação em Enfermagem e Saúde - Mestrado e Doutorado da UESB e Docente do Curso de Odontologia da (UESB). Jequié, Bahia, Brasil.

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Publicado

2023-11-23